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By Zélia Gattai | Comments: ( 674 ) | Date: ( Nov 21, 2019 )

Publicado em 1979 e transformado em miniss rie da rede Globo em 1984, Anarquistas, gra as a Deus o livro de estr ia de Z lia Gattai e seu primeiro grande sucesso.Filha de anarquistas chegados de Floren a, por parte do pai Ernesto, e de cat licos origin rios do V neto, da parte da m e Angelina, a escritora trazia no sangue o calor de seus livros Trinta e quatro anos depoPublicado em 1979 e transformado em miniss rie da rede Globo em 1984, Anarquistas, gra as a Deus o livro de estr ia de Z lia Gattai e seu primeiro grande sucesso.Filha de anarquistas chegados de Floren a, por parte do pai Ernesto, e de cat licos origin rios do V neto, da parte da m e Angelina, a escritora trazia no sangue o calor de seus livros Trinta e quatro anos depois de se casar com Jorge Amado, a sempre apaixonada Z lia abandona a posi o de coadjuvante no mundo liter rio e experimenta a pr pria voz para contar a saga de sua fam lia assim que ficamos conhecendo a intr pida aventura dos imigrantes italianos em busca da terra de sonhos, e o percurso interior da pequena Z lia na capital paulista uma menina para quem a vida, mesmo nos momentos mais adversos ou indecifr veis, nunca perdeu o encanto A determina o de seu Ernesto e a paix o pelos autom veis, a conviv ncia di ria com os irm os e dona Angelina, os s bios conselhos da bab Maria Negra, as idas ao cinema, ao circo e escola, as viagens em grupo, o avan o da cidade e da pol tica nestas cr nicas familiares, vida e imagina o se embaralham, tendo como pano de fundo um Brasil que se moderniza sem, contudo, perder a magia.Ex mia contadora de hist rias, Z lia as transforma em instrumento privilegiado para o resgate da mem ria afetiva Foi Jorge Amado quem, um dia, lendo um conto de qualidade duvidosa que Z lia rascunhava, pescou essa veia documental Apontou lhe o caminho e mostrou que ela se alimentava de sua rica ascend ncia familiar Surge assim a Z lia memorialista, para quem a literatura prov m n o tanto da inven o, mas do trato apurado da mem ria e do desfiar cuidadoso, mas sem melindres, da intimidade.Em suas m os, a literatura se torna, mais que confiss o, ausculta o do mundo tend ncia para o registro e o testemunho, que cimentam n o s um estilo quase cl nico de observar a exist ncia, mas uma maneira de existir Pois da persist ncia do espanto que Z lia, em resumo, trata Se Jorge Amado foi uma esp cie de bi grafo involunt rio do Brasil, Z lia Gattai se afirma como a grande narradora de nossa hist ria sentimental.


  • Title: Anarquistas, graças a Deus
  • Author: Zélia Gattai
  • ISBN: null
  • Page: 265
  • Format: Kindle Edition

About Author:

Zélia Gattai

Z lia Gattai Amado S o Paulo, 2 de julho de 1916 Salvador, 17 de maio de 2008 foi uma escritora, fot grafa e memorialista como ela mesma preferia denominarse brasileira, tendo tamb m sido expoente da milit ncia pol tica nacional durante quase toda a sua longa vida, da qual partilhou cinquenta e seis anos casada com o tamb m escritor Jorge Amado, at a morte deste.Filha dos imigrantes italianos Angelina e Ernesto Gattai, a ca ula de cinco irm os Nasceu e morou durante toda a inf ncia na Alameda Santos, 8, Consola o, em S o Paulo.Z lia participava, com a fam lia, do movimento pol tico oper rio anarquista que tinha lugar entre os imigrantes italianos, espanh is, portugueses, no in cio do s culo XX Aos vinte anos, casou se com Aldo Veiga Deste casamento, que durou oito anos, teve um filho, Lu s Carlos, nascido na cidade de S o Paulo, em 1942 Leitora entusiasta de Jorge Amado, Z lia Gattai o conheceu em 1945, quando trabalharam juntos no movimento pela anistia dos presos pol ticos A uni o do casal deu se poucos meses depois A partir de ent o, Z lia Gattai trabalhou ao lado do marido, passando a limpo, m quina, seus originais e o auxiliando no processo de revis o.Em 1946, com a elei o de Jorge Amado para a C mara Federal, o casal mudou se para o Rio de Janeiro, onde nasceu o filho Jo o Jorge, em 1947 Um ano depois, com o Partido Comunista declarado ilegal, Jorge Amado perdeu o mandato, e a fam lia teve que se exilar.Viveram em Paris por tr s anos, per odo em que Z lia Gattai fez os cursos de civiliza o francesa, fon tica e l ngua francesa na Sorbonne De 1950 a 1952 a fam lia viveu na Checoslov quia, onde nasceu a filha Paloma Foi neste tempo de ex lio que Z lia Gattai come ou a fazer fotografias, tornando se respons vel pelo registro, em imagens, de cada um dos momentos importantes da vida do escritor baiano.Em 1963 mudou se com a fam lia para a casa do Rio Vermelho, em Salvador, na Bahia, onde tinha um laborat rio e se dedicava fotografia, tendo lan ado a fotobiografia de Jorge Amado intitulada Reportagem incompleta.Aos 63 anos de idade, come ou a escrever suas mem rias O livro de estreia, Anarquistas, gra as a Deus, ao completar vinte anos da primeira edi o, j contava mais de duzentos mil exemplares vendidos no Brasil Sua obra composta de nove livros de mem rias, tr s livros infantis, uma fotobiografia e um romance Alguns de seus livros foram traduzidos para o franc s, o italiano, o espanhol, o alem o e o russo.Anarquistas, gra as a Deus foi adaptado para miniss rie pela Rede Globo e Um chap u para viagem foi adaptado para o teatro Baiana por merecimento, Z lia Gattai recebeu em 1984 o t tulo de Cidad da Cidade do Salvador.Na Fran a, recebeu o t tulo de Cidad de Honra da comuna de Mirabeau 1985 e a Comenda des Arts et des Lettres, do governo franc s 1998 Recebeu ainda, no grau de comendadora, as ordens do M rito da Bahia 1994 e do Infante Dom Henrique Portugal, 1986.A prefeitura de Tapero , no estado da Bahia, homenageou Z lia Gattai dando o nome da escritora sua Funda o de Cultura e Turismo, em 2001.Em 2001 foi eleita para a Academia Brasileira de Letras, para a cadeira 23, anteriormente ocupada por Jorge Amado, que teve Machado de Assis como primeiro ocupante e Jos de Alencar como patrono No mesmo ano, foi eleita para a Academia de Letras da Bahia e para a Academia Ilheense de Letras Em 2002, tomou posse nas tr s m e de Lu s Carlos, Paloma e Jo o Jorge amiga de personalidades e gente simples No lan amento do livro Jorge Amado um baiano rom ntico e sensual, em 2002, em uma livraria de Salvador, estavam pessoas como Antonio Carlos Magalh es, Soss , Calasans Neto, Auta Rosa, Bruna Lima, Antonio Imbassahy e James Amado, entre outros.Ao lan ar seu primeiro livro, Anarquistas gra as a Deus, Z lia Gattai recebeu o Pr mio Paulista de Revela o Liter ria de 1979 No ano seguinte, recebeu o Pr mio da Associa o de Imprensa, o Pr mio McKeen e o Trof u Dante Aligh



Comments Anarquistas, graças a Deus

  • Ema

    Não nasci nos inícios do século XX, não sou filha de emigrantes, os meus pais não são anarquistas, logo não tenho com que me identificar com a Zélia e a sua família. Mas adoro ouvir os mais velhos a falar sobre os tempos de antigamente, de quando eram crianças e não tinham nem as responsabilidades nem as rugas de hoje. Este livro não é um romance, não tem um enredo muito elaborado e cativante. É apenas um simples livro de memórias, facto que eu já conhecia ao partir para a leitu [...]


  • Gláucia Renata

    O livro traz as memórias de infância de Zélia Gattai, numa São Paulo da década de 20, irreconhecível. Neta de imigrantes italianos, a leitura acabou sendo para mim um pouco da história de meus avós, também imigrantes de Nostra Italia. Acabei me apoderando de suas memórias e de suas histórias, tão parecidas com a de tanta gente que contribuiu para a formação cultural de nosso país. Para quem é um pouco nostálgico, como eu (até para coisas que não vivi) o livro vai se revelar um [...]


  • Giuliane Souza

    Esse livro me surpreendeu pois não era nada do que eu esperava, eu pensava que iria encontrar temas políticos e chatos porque o via apenas pelo titulo, mas não se trata disso. Aliás está bem longe disso, são as memórias de uma família de imigrantes italianos se instalando na São Paulo do começo do século XX. A narrativa tem um toque nostálgico, talvez por ser contada do ponto de vista de uma criança, também é terna e cheia de coragem. E ver São Paulo dessa forma foi muito diferen [...]


  • Isabela Sperandio

    O Jorge Amado é meu autor favorito e não tinha como não acabar lendo a Zélia. Passei por quase todas as suas obras e deixei Anarquistas por último, porque diziam que era o seu melhor livro (apesar de eu achar que está lado a lado com Um Chapéu e Casa Vermelha). Mas o que importa é que mesmo sendo fã desta autora, Anarquistas, Graças a Deus me surpreendeu, me encheu de ternura com sua narrativa tão sincera e humana e me ensinou muito sobre a vinda das famílias anarquistas da Itália, [...]


  • Zoe

    A nice book with personal anecdotes from the author's life in early 20th Century São Paulo


  • Talita Tanscheit

    Não consegui terminar. Achei um livro cansativo de memórias da infância de Zélia Gattai, que não te prende e nem te estimula a continuar lendo. São pequenos casos cotidianos de uma família de classe média baixa em São Paulo na primeira metade do século XX. Talvez alguém de família italiana, ou mais fascinado pela história de São Paulo, tenha mais interesse na leitura. Achei fraco para o público em geral.


  • Daniele Silva

    Maravilhoso


  • Jorge

    Eu achei que ela falaria mais sobre a vida dos anarquistas no São Paulo


  • Flavia

    This meeting of chronicles, tales were tasted almost like a good Italian wine. The book matures and becomes even better.Reaching 100 years since the birth of the author, what was old logically became even older… (!) We got "long distant call" from the past events where the writer skillfully explains in tones sometimes infatuated with comedy other times absorbed in drama. Most accounts of the book are not chronological, but part of it was ranging from hers 3 years old to 12 years, which picks u [...]


  • Ana Campanha

    I just love a book that tells autobiographic stories from childhood and teen years. This book gave me the same heart-warming feeling that I felt when I read "Minha Vida de Menina", by Helena Morley. I actually learned a lot about the life of italian immigrants during the 20s in São Paulo. A lovely story that I would recommend to anyone!


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    Posted by:Zélia Gattai
    Published :2019-08-15T06:55:53+00:00